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27 julho 2016

CHEMTRAILS


 O que são Chemtrails?


Chemtrail é um rastro químico que alguns aviões deixam, inicialmente o governo mundial falavam que esses aviões eram usados para a diminuição do aquecimento global, mas ao passar dos anos muitas teorias da conspiração foram aparecendo.
Desde liberar químicos para proliferação de doenças até uma das mais consistentes que é a teoria de que os chemtrails são para embaçar o céu por um curto período de tempo. 
Esses rastros não são para salvar o planeta e pelo menos por enquanto não esta ligado ao despovoamento, mas em caso de um ataque para diminuir a população mundial, qual ataque seria melhor do que o uso de chemtrails. Por enquanto esses rastros químicos tem a função de não deixar os meros mortais descobrirem o que esta por tras das nuvens, até porque temos algumas incertezas para 2013 como o cometa ISON.

O governo nega que essas fotos que iremos mostrar agora são de aviões que espalham os Chemtrails, afirmando que os barris no interior desses aviões, são para simular o peso de passageiros ou de carga, mas porquê barris pressurizados que custam muito dinheiro para simplesmente simular peso de um passageiro?



Os tanques pressurizados retardantes no 747 supertanker. O retardador é obrigado a sair por ar comprimido, bem como sobre o C-130 petroleiros ar QFP.

E abaixo vemos a parte externa do avião com quatro bicos que são para dispensar o retardador, formando assim os famosos chemtrails.
A patente nos tanques é US7413145, http://www.google.com/patents/US7413145.

01 janeiro 2014

Não tem preço

No sentido figurado das palavras
Não custa nada
Um simples gesto solidário
Sem fins partidários
Nem pagamento de promessa
Por uma graça recebida
Compartilhar com um irmão
Um prato de comida

Dividir com um irmão um prato de comida
Eu sei que não vai resolver
Todos os problemas existentes no mundo
Mas vai amenizar um pouco a dor
Matar a fome de quem passa fome
Ao invés de ser mais um índice do mercado consumidor

Lagrimas de tristeza por tantas vidas esquecidas
Historias de sofrimento e ao mesmo tempo
Sentir uma grande paz de espirito
Após receber um sincero agradecimento
Através de uma doce palavra, frases de carinho
E de um lindo sorriso

Por um simples gesto solidário
Não tem preço que pague
Um olhar de gratidão
Por um momento um semblante de alegria
Por apenas receber
O pão que deveria ser nosso de cada dia

Realmente não tem preço
Não tem preço
Não tem preço

Fabiana Cruz poetisa Salvador-BA



Natal deve ser durante os 365 dias do ano
Respeito, Solidariedade para com o próximo e Amor no coração

03 dezembro 2013

ENCONTRO COM CLARICE

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ENCONTRO COM CLARICE
J. Vítor da Silva *
Na vida, temos oportunidades raras; algumas, só acontecem uma vez. Foi o que ocorreu comigo, quando fui participar do 1º Encontro Nacional de Professores de Literatura Brasileira, na PUC do Rio de Janeiro, em janeiro de 1975.
Encontrei Clarice Lispector quando estava no auge de minhas atividades como professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Machado.
Até hoje, me culpo por não ter chegado mais perto dela para ter bebido daquela fonte tão preciosa e rara da sua intelectualidade. 
Sabia menos que dois anos depois, Clarice deixaria este mundo. “Tem gente que cose para fora. Eu coso para dentro”, escreveu ela em seu livro A Hora da Estrela. Clarice é a autora do enigmático, do introspectivo, do interdito. “Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo entendimento”, filosofa no correr do livro.
Sentei à frente de Clarice apenas duas fileiras de cadeiras, muito próximo dela, tão perto que percebi quando ela deu um cochilo durante uma das palestras. As palestras muitas vezes são cansativas, enfadonhas. Acredito que durante o cochilo, Clarice cosia para dentro, como ela sempre foi – introspectiva, voltada para o seu próprio universo. Porque cada qual tem seu universo próprio.   
Vi Clarice com seus olhos amendoados, interrogativos, observa- dores. “...cada dia é um dia roubado da morte”, mas a morte roubou-lhe os dias.
Definitivamente. Agora, vejo Clarice nas palavras e nas páginas de seus livros.    

*Professor, jornalista e Vice-Presidente da Academia Machadense de Letras.

29 outubro 2013

POESIAS CLASSIFICADAS DA CATEGORIA II ( ACIMA DE 17 ANOS)



O “IX Concurso Plínio Motta de Poesias” será realizado no anfiteatro da Prefeitura de Machado-MG, às 20hs do dia 09 de novembro de 2013.
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POESIAS CLASSIFICADAS DA CATEGORIA II ( ACIMA DE 17 ANOS)
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Álvaro Campos de Carvalho= (AVISO AOS NAVEGANTES) Machado-MG
Jorge Nuno= (A LA CARTE) Bragança/Portugal
Robério Campos Costa= (DEMÔNIOS) Machado-MG
Flávio Rubens M. Queiroz= (EXAMINANDO FOTOGRAFIAS) Cabo Frio/RJ
Adelaide Aparecida Pereira (MENINA DE RUA) Machado-MG
Tiago Correia de Jesus (POEMA DO DAR) Salvador-BA
Gabrielly Terra Freire=  (SAUDOSISMO) Machado-MG
Amélia M. Raposo da Luz = (SEDUÇÃO) Pirapetinga-MG
Ademar Jesus Bueno (SONETO DA PRAIA GRANDE) Varginha-MG
Geraldo Trombin= (TANTO MAR) Americana/SP
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12 junho 2013

VANESSA DE SOUZA (biografia teatral)


VANESSA DE SOUZA
(biografia teatral)

Vanessa Souza, filha de Aparecida Souza, nasceu a 4 de abril, em Campinas-SP. Formou-se em Técnicas de Segurança do Trabalho pela IFSul de Minas-Campus Machado.
Seu primeiro contato com o mundo dos palcos foi em meados de 1990, enquanto cursava o Ensino Fundamental. Posteriormente, a convite da Pastoral da Juventude, atuou  numa peça que retratava o caso “Nardoni” (2006).
Vanessa participou em mais de 10 enquetes (pequenas peças), enquanto a Pastoral organizava um novo retiro para jovens. Foi nessa ocasião que ela  contactou o recém-criado Grupo de Teatro ArteManha.
O grupo, formado por Robson Leal Pereira (ator, dramaturgo), Douglas Soares (ator, diretor), Luana Codignole (atriz), Alexandra Severo (atriz), Gérson Alves (ator), Juliano Santos (ator, cenógrafo), e Vanessa de Souza (atriz, produtora), se aprofundou nos estudos teóricos e práticas teatrais (entonação, linguagem do corpo e interpretação), ministrados pelo professor e dramaturgo Anselmo Cesário (Alfenas-MG).
Os ensaios eram realizados num espaço cedido pela Paróquia Sagrada Família. O elenco já se apresentou no Festival de Teatro Luna Carneiro (Alfenas-MG) e no Teatro Íris de Paraguaçu-MG.
Outra grande paixão de Vanessa é a Congada: seu tio Francisco (Chiquinho) era integrante da guarnição; e sua mãe – membro da diretoria da “Associação dos Congadeiros de Machado”–, é uma das rainhas do cortejo.
Embora ame o teatro, Vanessa tem como principal objetivo focar a sua profissionalização.

Contatos:
Vanessa (35) 8826-5856
Robson Leal (35) 9119-6723

02 abril 2013

CARVALHÓPOLIS, 100 ANOS DE HISTÓRIA (Carlos Rodrigues)


CARVALHÓPOLIS, 100 ANOS DE HISTÓRIA

A fundação da cidade de Carvalhópolis (antiga “Cana do Reino”), no sul de Minas, remonta a partir de 1900. Suas ruas, vielas, parques e montanhas escondem curiosidades, segredos e mistérios ainda não registrados em livros.
Após ouvir as estórias e causos de moradores mais antigos, Carlos Rodrigues, 53, filho de José Sebastião Rodrigues e de Maria Olinda Rodrigues, se propôs a pesquisar as origens desta singela e acolhedora cidade.
A paixão pelas letras começou desde criança quando compunha suas poesias e redigia textos na escola.
Por não haver documentação o suficiente, Carlos encontrou muitas dificuldades em suas pesquisas de campo.  Passou a entrevistar inúmeras pessoas colhendo depoimentos enriquecedores.  Este material colhido o incentivou na realização de um sonho: lançar o primeiro livro sobre a trajetória de sua cidade, cujo título será “Carvalhópolis -100 anos de História”.
A ilustração da capa ficará a cargo do Jornal de Poço Fundo.  A revisão, por Neiva Martins (ex-proprietária deste jornal).  O prefácio terá a participação do autor, juntamente com a Professora Carla Maria Morais de Carvalho.
Desde já esse poeta e pesquisador agradece a todos aqueles que colaboraram e acreditaram em seu trabalho.

Contato:
Carlos Rodrigues
(35) 9976-9222

“Creio que o incentivo à leitura deva começar não só nas escolas, mas também na disponibilização de mais bibliotecas públicas e aberturas de espaços dentro dos estabelecimentos de ensino para a formação de novos escritores.”