Caros leitores, vocês irão encontrar artigos diversos e ter o prazer de desfrutar nesse universo democrático que é o Espaço Livre.
Sita-se a vontade para postar comentários, enviar mensagens, perguntas, dar sugestões e fazer críticas.

29 maio 2009

POEMA DESEJO DE MULHER

"Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como:lesão corporal, estrupo, ameaça de morte e abandono material.
Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física, humilhações, torturas e o abandono."
Renato Ribeiro Velloso
http://www.portaldafamilia.org/

Uma lição aos homens; saibam como devem tratar as mulheres!


DESEJO DE MULHER

SOL QUE AQUECE,
ILUMINA MEU DIA
MAR QUE ME FAZ
NAVEGAR, FLUTUAR...
AR QUE RESPIRO,
SEM VOCÊ EU NÃO VIVO.

ANJO PROTETOR,
MEU COBERTOR,
DELICADA COMO UMA FLOR.
MUSA INSPIRADORA,
CANÇÃO DE AMOR

MULHER DOS MEUS SONHOS,
HORIZONTE, MINHA DIREÇÃO
DESTINO DA VIDA.

UMA VERDADEIRA DAMA,
À NOITE,
MINHA AMANTE NA CAMA.
 

QUAL A MULHER NÃO DESEJA;
OUVIR ELOGIOS,
RECEBER AMOR E CARINHOS,
SER CADA DIA CONQUISTADA,
SENTIR-SE AMADA?

Vamos respeitar os Direitos Autoras

Poema Desejo de Mulher, Fabiana Cruz, compositora e poetisa (Salvador-Ba) almeida.fabicruz@gmail.com

26 maio 2009

POESIAS DE SAMBA

As raízes do samba foram fincadas em solo brasileiro na época do Brasil Colonial, com a chegada da mão-de-obra escrava em nosso país.
O samba surgiu da mistura de estilos musicais de origem africana e com o passar do tempo, adaptando-se ao jeitinho brasileiro.
O samba é tocado com instrumentos de percussão (tambores, surdos timbau) e acompanhados por violão e cavaquinho.


Principais tipos de samba:
 
Samba-enredo, Samba de partido alto, Samba-canção, Samba carnavalesco, Samba-exaltação, Samba de breque, Samba de gafieira, Sambalanço, Pagode.


Samba chula de Mestre Nelito os Vendavais



O POVO NEGRO,
MESMO ACORRENTADOS,
TRAZIDOS A FORÇA
COMO ESCRAVOS,
AO BRASIL,
PELOS PORTUGUESES
DURANTE A ESCRAVIDÃO.
PLANTARAM NESTA TERRA,
RAÍZES CULTURAIS
QUE NÃO SE PERDEM A TRADIÇÃO
E ATÉ HOJE SEUS DESCENDENTES ,
FAZEM SAMBA DE RODA
NA PALMA DA MÃO.



Zé Cutia (José Nascimento)




















O PAGODE É A NOVA SENSAÇÃO
QUE NASCEU DO SAMBA
ESTIMULANDO,
O CORPO A DANÇA
CONTAGIANDO CORAÇÕES
DO POVO BRASILEIRO
E ATÉ OS ESTRANGEIROS
QUEREM APRENDER
O NOSSO MOLEJO
QUEREM APRENDER, O SAMBA,
O PAGODE BRASILEIRO





Fabiana Cruz em Agosto de 2000 no Projeto Cultural Um Som que Candeia Salvador-Ba.

NOSSO POEMA

NOSSO POEMA

SÓ ACEITO SEUS BEIJOS
SE FOR NA BOCA,
BEM DEMORADO,
MOLHADO.

E NO CALOR
DOS SEUS BRAÇOS
SER AMADA
ENVOLVER-ME
EM TEU CORPO
SUAVE, SUADO.

SOB A LUZ DO LUAR
SOBRE AS AREIAS DE ITAPUÃ
COM VOCÊ EM QUALQUER LUGAR
NÃO IMPORTA,
SÓ QUERO É TE AMAR.


Fabiana Cruz cantora, compositora e promotora cultural (Salvador-BA) almeida.fabicruz@gmail.com
em parceria com,
Carlos Roberto de Souza, escritor, poeta e produtor cultural (Machado-MG) machadocultural@gmail.com

17 maio 2009

A GRANDE ESCRITORA CAROLINA MARIA DE JESUS

Carolina Maria de Jesus nasceu em Sacramento, interior de Minas Gerais, em 14 de março de 1914. Estudou até o segundo ano primário. Migrou para São Paulo em 1947, indo morar na extinta favela do Canindé, na zona norte. Nessa cidade, trabalha como doméstica, não se adaptando, contudo, a esse tipo de trabalho. Passa a trabalhar como catadora de papel, trabalho que realiza até sua morte, em 1977.
Carolina nunca se casou e teve três filhos.Até aqui, temos uma história que poderia ser a de qualquer outra mulher brasileira pobre: negra, semi-alfabetizada, favelada, como tantas que existem pelo Brasil afora, não fosse por um detalhe – a paixão de Carolina Maria de Jesus pela leitura e pela escrita. Carolina dividia seu tempo entre catar papel, cuidar dos filhos e escrever.Em 1958, aparece a primeira reportagem sobre Carolina no jornal Folha da Noite. No ano seguinte, é a vez da revista O Cruzeiro divulgar o retrato da favela feito por Carolina.Em meados da década de 1960, o jornalista Audálio Dantas, ao visitar a favela do Canindé para escrever uma matéria sobre a expansão do local, conhece Carolina, que lhe entrega os manuscritos de seu diário. Surge então seu primeiro livro, Quarto de despejo, livro-diário em que relata a fome cotidiana, a miséria, os abusos e preconceitos sofridos por ela, seus filhos e outros moradores da favela.Quarto de despejo foi lançado pela Livraria Francisco Alves em agosto de 1960 e editado oito vezes no mesmo ano; mais de 70 mil exemplares foram vendidos na época.
Para se ter uma idéia do sucesso, para uma tiragem então ser considerada bem-sucedida, era preciso alcançar a margem de, aproximadamente, quatro mil exemplares. Nos cinco anos seguintes, Quarto de despejo foi traduzido para 14 idiomas e alcançou mais de 40 países, como Dinamarca, Holanda, Argentina, França, Alemanha, Suécia, Itália, Tchecoslováquia, Romênia, Inglaterra, Estados Unidos, Rússia, Japão, Polônia, Hungria e Cuba.Além de Quarto de despejo, Carolina também publicou Casa de alvenaria (1961), Provérbios e Pedaços da fome (1963) e Diário de Bitita (publicação póstuma, realizada em 1982, pela editora francesa A. M. Métailié).Há indícios, na prosa da escritora, de que ela teria tido acesso a obras de grandes escritores brasileiros, provavelmente nas casas em que trabalhou, o que explicaria as menções em suas obras a poetas como Casimiro de Abreu e Castro Alves.
Em seus livros, Carolina alterna incorreções ortográficas, sintáticas e de pontuação – reflexos da linguagem oral – com o emprego correto de termos específicos da linguagem escrita culta.Outro traço particular de Carolina Maria de Jesus é a sua consciência política e social. Passagens de seus livros mostram que a escritora estava sempre a par do que acontecia não só em São Paulo, mas também em outros Estados, provavelmente por meio de notícias lidas em jornais que via nas bancas.
Apesar de todo o sucesso de seu primeiro livro, as publicações seguintes da autora não tiveram êxito, e Carolina caiu no esquecimento. Pobre, morreu na casa em que morava com o filho mais velho, no bairro de Parelheiros, em São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977.
Em lembrança aos 30 anos da morte de Carolina Maria de Jesus, o Instituto Moreira Salles destaca a vida e a obra desta escritora tão pouco conhecida, mas de grande importância para a literatura brasileira.
  • Essa matéria foi divulgada também no blog Fanzine Episódio Cultural em 05 de Janeiro de 2009

"Negra, pobre e mãe solteira, que belo exemplo de MULHER GUERREIRA. Linda história e uma grande lição de vida a nos ensinar. Quanto a Fanzine Episódio Cultural, eu so tenho a agradecer pelo reforço na transmissão de informação. Pelo fato de nunca ter ouvido antes se quer falarem o nome dessa grande escritora Carolina Maria de Jeseus."

Fabiana Almeida Cruz

15 maio 2009

SER CRIANÇA (poema)



SER CRIANÇA

Quero voltar a ser criança
Correr pelos campos
Sujar-me com a pureza da terra;
Banhar-me nas águas da cachoeira
Conectar-me com a linguagem do mundo
Traduzindo-o em brincadeiras.

Quero dialogar com a minha infância
Descobrir-me em sua rebeldia oculta
O cúmplice de uma revolta sem feridas

E titubear sílabas de ordem.

Quero voltar a ser criança
Para reconhecer em cada rosto
Um gesto de bondade.
Caminhar pelas margens de um rio
E medir seu mistério;
Deixar que a chuva molhe minha alma
Enquanto meu corpo sacia-se em liberdade...


* Agamenon Troyan

Autor do livro O ANJO EW A TEMPESTADE, pela Editora Insanno
www.editorainsanno.com

14 maio 2009

A RELAÇÃO DOS JOVENS COM AS DROGAS



A RELAÇÃO DOS JOVENS COM AS DROGAS

*Ana Lúcia Caetano Lu da Silva

Atualmente, as drogas são o fator principal que está levando nossos jovens à destruição. A dependência química leva-os a matar, roubar e até mesmo a cometerem suicídios.
Mas quem sofre com tudo isso é a família, cujo lar foi destruído pelo vício de um dos seus membros. Para este indivíduo que teve sua vida totalmente alterada pelo uso das drogas, a família, os professores e os verdadeiros amigos têm um papel fundamental para a sua recuperação.
As drogas estão desmoronando os sonhos e, conseqüentemente, acabando não só com a infância, mas também com a adolescência, que é a fase do desenvolvimento até o estágio adulto.
Segundo uma pesquisa, a maioria dos jovens envereda nesse caminho por curiosidade, para diminuir a ansiedade, ou, até mesmo, para esquecer seus problemas.
A juventude está pedindo socorro!
Cabe a todos nós olharmos esse fator agravante com outros olhos, sem criticá-los ou apontar-lhes o dedo dizendo: ”É vagabundo, é bandido, é ladrão...”
Nunca é tarde para começar!

* aluna do 3° Período de Letras
(CESEP/Machado-MG)

Fonte: Fanzine Episódio Cultural (Brasil)

"A CADA MIL PALAVRAS"



“A CADA MIL PALAVRAS”

O Gospel, música evangélica surgida no final do século XIX, no sul dos Estados Unidos era cantado com muito vigor nas Igrejas Batistas e Metodistas, principalmente pelos negros. Essa música deu origem ao Soul e ao Funk criando na década de 70, a trilha sonora do Black Power (Movimento Negro Americano). Com o passar dos anos outros estilos foram aderidos ao Gospel como, o Reggae, Pop, Rap e até o Samba. Essas fusões acabaram atraindo os jovens para as igrejas...

Criada em berço evangélico desde os seis anos, Aline Inácio Martins ouvia e cantava o Gospel acompanhando as fitas cassetes que seu pai comprava. Aos sete anos, ao lado do primo, João Carlos formou sua primeira dupla. Seu pai lhe deu um violão com o qual passou a compor suas próprias canções. A primeira delas, “A Cada Mil Palavras”. As aulas de violão ministradas pela professora Niane e por Isaías ajudaram-na a desenvolver sua técnica.

Certo dia seu amigo Julinho a viu tocando violão na Praça de São Benedito. Disse-lhe que ele e seus amigos estavam formando uma banda, mas faltava um vocalista. Aline fez um teste e foi aprovada de imediato. O nome da banda, La Essence foi escolhido após horas de pesquisa na Internet. No dia 27 de julho de 2007, Aline (vocais), Julinho (guitarra), Alexandre (bateria), Adriano (percussão), Jairinho (baixo) e Beto (teclado) marcaram presença no III Festival Gospel da Igreja Presbiteriana Independente de Machado com a canção “Quero ser usado Senhor”, ficando em 4° lugar.

Atualmente Aline está seguindo carreira solo. Na bagagem muita gratidão a todos aqueles que a ajudaram em seu aprimoramento. “Nessa vida precisamos ouvir conselhos e trilhar por caminhos certos”, disse ela.

Contatos (35) 8425-7679 /Machado-MG /BRASIL

http://www.fanzineepisodiocultural.blogspot.com

AMIR MIGUEL, o maestro do povo


AMIR MIGUEL, O MAESTRO DO POVO

O Fanzine Episódio Cultural foi até Serrania-MG, conhecer um cidadão que há anos vem se dedicando à formação de novos músicos. Seu nome, Amir Miguel Sobrinho, 67 anos.

Aos 12 anos já tocava trombone, piston, sax e teclado ouvindo sucessos de Francisco Alves, Dalva de Oliveira e Lupicínio Rodrigues, graças ao incentivo de seus pais, o Sr. Antônio Miguel Sobrinho e Maria Moreira Sobrinho.

Uma das pessoas que o ajudou a aprimorar-se foi o maestro Emílio Rodrigues, natural de Areado-MG, que durante 20 anos lecionou em Serrania.

O pai de Amir, cujo apelido era “Totonho”, também foi um grande defensor da cultura. Nos anos 50, ele mantinha uma banda (a Lira Serraniense) e uma companhia de teatro amador que se apresentava na região com peças adaptadas de antigas revistas de teatro. Certo dia a cidade ficou em polvorosa: o Circo Teatro Índio do Brasil, mais conhecido como o “Circo do Pelado” estava chegando!

O palhaço “Pelado”, juntamente com o seu filho, Waldemar Augusto, o palhaço “Bigola” – ambos de Martinópolis-MG – por muitos anos apresentaram seu espetáculo no sul de Minas. Amir – que já tinha experiência de palco – acompanhava o circo apresentando-se como palhaço durante suas férias na antiga fábrica de queijo.

O sonho de Amir era oferecer um ensino gratuito de música para crianças, jovens e adultos. Como não encontrou nenhum apoio resolveu encarar o desafio sozinho. Por vários anos ensinou e formou novos músicos sem ganhar nada! A notícia espalhou-se pela região atraindo a atenção de Jornais e Redes de TV.

A bateria usada para ensinar foi presente de um ilustre filho de Serrania, o jornalista Ney Gonçalves Dias. Com seus alunos, Amir montou a “Banda Show Antônio Miguel Sobrinho”. Essa banda – que também não recebe nenhum apoio – vem se apresentando em algumas cidades da região, ora com alunos jovens, ora com adultos. “A música possibilita que as pessoas fiquem mais sensíveis à vida”, disse o maestro.

Contatos: (35) 3284-1449 / Serrania-MG /BRASIL





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O MELHOR DO MUNDO UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO PARA TODOS QUE AMAM O ESPORTE Lance Armstrong


Lance Armstrong
Lance Armstrong no prólogo da Volta à França em 2004
Lance Armstrong no prólogo da Volta à França em 2004
Apelido The Boss, Tour de Lance, Lance, Inc., Mellow Johnny
(do francês Maillot Jaune, camisola amarela)[1]
País Estados Unidos
Data de nasc. 18 de Setembro de 1971
Local de nasc. Austin
Informação de Equipas
Disciplina Estrada
Tipo de corredor Completo
Amador
1990–1991
1991
Subaru-Montgomery
US National Team
Profissional
1992–1996
1997
1998–2005
2009–
Motorola
Cofidis
U.S. Postal / Discovery Channel
Astana
Maiores vitórias
7 Tour de France (19992005), 22 etapas
Campeão do Mundo (1993)
Campeão dos EUA (1993)
Clásica de San Sebastián (1995)
La Flèche Wallonne (1996)
Tour de Suisse (2001)
Critérium du Dauphiné Libéré (2002, 2003)
Última actualização da infobox:
30 Jan 2009


Armstrong em palestra com cancerologistas.

Lance Armstrong (Austin, 18 de setembro de 1971) é um ciclista norte-americano, conhecido por ter vencido o Tour de France sete vezes consecutivas (1999-2005), logo após vencer uma dura batalha contra o câncer.

[editar] Biografia

Armstrong anunciou em 18 de abril de 2005, em Augusta, nos EUA, que terminaria a sua carreira logo após o Tour de France 2005, o que realmente fez. Em abril de 2006, anunciou que correria a Maratona de Nova Iorque[1], em 5 de novembro do mesmo ano, negando que o faria seriamente ou que pretendia actuar profissionalmente em maratona ou triatlo.

Mas no final de 2008, aos 37 anos, decidiu voltar ao ciclismo, correndo pela Astana. Em 2009, Armstrong disputará pela primeira vez o Giro d'Italia, naquela que será a 100ª edição da volta italiana, além de marcar presença novamente no Tour de France. [2]

Lance nasceu a 18 de Setembro de 1971 e começou a desenvolver o seu corpo desde muito novo. Sua mãe, Linda Mooneyham, teve até dois e três empregos para sustentar Lance, após o pai os ter abandonado. O seu apoio foi o motivo principal para que Lance se investisse no mundo do desporto.

Primeiro Lance praticou natação, o que o ajudou a moldar o seu carácter de lutador. Levantava-se às 4h45 todos os dias para ir treinar na piscina. Mais tarde, quando completou treze anos, descobriu o triatlo e venceu o concurso “Iron kids Triathlon”. Este foi o início de uma vida cheia de vitórias, mas também de grandes feridas.

Chris Carmichael descobriu que com a sua ajuda e o talento de Lance para o ciclismo, ele facilmente se tornaria profissional, já que amealhava taças ganhas. A sua vida deu uma volta de 180º quando, aos 21 anos, sendo um dos mais novos a competir, venceu o Campeonato do Mundo de Ciclismo em estrada.

Armstrong iniciou a sua carreira como profissional pela Motorola em 1992, na clássica San Sebastián, quando terminou em último lugar, prova que venceu em 1995.

A vitória no Campeonato do Mundo de Oslo mostrou um ciclista completo e disposto a tudo.

Um ano depois, em Verdun, venceu a sua primeira etapa do Tour de France. Em 1995 repetiu o triunfo da etapa, em França, e conseguiu a sua primeira vitória numa grande etapa no Tour, triunfo a que somou a Flecha Valona de 1996.

Durante algumas semanas, Lance tinha vindo a observar uma grande inflamação na virilha, e habituado a ignorar a dor não lhe deu importância, até que começou a vomitar sangue, a ter perdas de visão e enxaquecas.

O diagnóstico estava feito: um câncer (cancro) no testículo. Além disso os médicos descobriram-lhe, também, dois tumores, do tamanho de bolas de golfe, num pulmão e no cérebro.

Mas para uma pessoa que tinha passado toda a vida em cima de uma bicicleta, render-se à doença não era a opção a tomar. Numa entrevista Lance referiu: “Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu”. Lance estava disposto a lutar contra o seu câncer.

A equipa francesa Cofidis rescindiu o contrato com Lance, tendo este que vender o seu Porsche e teve quase de fazer o mesmo com a sua casa. Estava a passar por maus momentos, mas teve forças para seguir em frente.

Aos 25 anos, numa conferência de imprensa, Lance declarou que sofria da grave doença. Um ano mais tarde, embora os médicos lhe dissessem que a probabilidade de viver fosse apenas de 40%, Lance não desistiu, e anunciou que iria regressar.

A Janeiro de 1997, um mês depois de ter acabado a quimioterapia, Lance conheceu Kristin Richard, que foi sua esposa durante 5 anos. Com ela teve três filhos, o mais velho Luke, e os gémeos Grace (“Gee”) e Isabelle (“Izzi”), sendo que os gémeos foram fecundados através de sémen congelado de Lance. Após o divórcio, o ciclista iniciou uma relação com a cantora Sheryl Crow.

Lance fundou a “Fundação Lance Amstrong” para a luta contra o câncer, e relatou, em vários livros, a sua própria história, para demonstrar que se pode superar tudo desde que se tenha energia para tal. O seu primeiro livro “It’s not about the bike”, vendeu milhares de exemplares, êxito que foi repetido com a sua biografia “Vontade de Vencer – A Minha Corrida contra o câncer.

Em 1998 a equipa U. S. Postal Service fechou um contrato com Lance, que voltava assim a pedalar. A sua primeira corrida foi a Rota do Sol, em Espanha, ficando Lance em 14º lugar.

Duas semanas depois participou na etapa Paris - Nice. Sem grandes resultados. A temporada não foi de todo suficiente, chegando Lance a pensar numa possível renúncia.

Em vez de fazer isso decidiu concorrer numa das provas mais importantes de todo o mundo. Em 1999 venceu o Tour de France, sagrando-se campeão na classificação geral individual. A este triunfo somaram-se mais seis vitórias no Tour, recorde absoluto. Após sua última vitória, em 2005, Lance anunciou a sua retirada.

No dia 5 de Novembro de 2006, Lance Armstrong participou da Maratona de Nova York, completando o percurso em 2h59min36s, tempo que ficou dentro da meta de 3 horas que ele mesmo havia estabelecido. Na preparação contou com a ajuda de sua ex-esposa Kristin Richards e seu eterno treinador, Chris Carmichael, para justificar a inesperada participação na prova, que serviu também para levantar fundos à sua instituição contra o câncer, Lance disse: "Serei sempre um corredor".

[editar] Doping

Uma reportagem publicada pelo jornal francês l'Équipe no dia 23 de agosto de 2005 afirmava que Lance Armstrong teria utilizado EPO (Erythropoietina) no primeiro Tour de France que venceu, em 1999. A análise, feita pelo Laboratório Nacional de Detecção de Dopagem (LNDD) de Chatenay-Malabryy (França), tomou por base amostras de urina congelada, colhidas do corredor um pouco antes do início e durante a competição. À época, não havia tecnologia disponível para esse tipo de análise. [3]

A acusação de doping gerou controvérsias entre os ciclistas. Alguns argumentavam que EPO não seria considerado doping à época, outros afirmavam ser um complô para desmoralizar Lance, mas o principal motivo para duvidar das acusações era passional: Lance Armstrong é muito admirado em todo o mundo, por ciclistas ou não, pelo facto de ter conseguido conquistar por sete vezes consecutivas o Tour de France após ter-se recuperado do câncer, além de sua luta em apoio às vítimas da doença. Para essas pessoas, não importava se uma das vitórias foi por meio de doping e, mesmo sendo, seis vitórias já seriam um feito e tanto.

Nove meses depois, no final de maio de 2006, Lance foi considerado inocente das acusações de doping pela empresa independente Scholten, que a UCI encarregou de estudar as alegações do L´Equipe. A advogada holandesa Emile Vrijman, que chefiou por dez anos a WADA (Agência Mundial Anti Doping) e depois passou a defender atletas de acusações de doping, trabalhou no relatório junto ao cientista Adriaan van der Veen, também holandês. Segundo Vrijman, os procedimentos de teste foram insuficientes para considerar a amostra de Armstrong positiva e houve má conduta da WADA e do LNDD. [4]

Entretanto, a polémica continua: a UCI criticou Vrijman por divulgar as informações sem ter consultado todos os envolvidos; Armstrong acusa a WADA de agir contra a lei [5]; a WADA afirma que as acusações de Vrijman são irresponsáveis e pretende processá-la; o jornal L'Équipe afirmou que sua reportagem mantém-se correcta, apesar do relatório. [6]

Comunidade alemã decide ter uma vida sem automóveis e vira referência


Comunidade alemã decide ter uma vida sem automóveis e vira referência

The New York Times

Elisabeth Rosenthal
Em Vauban (Alemanha)

Os moradores desta comunidade afluente são pioneiros suburbanos. Eles superaram a maioria das mães que levam os filhos para jogar futebol ou executivos que fazem todos os dias o trajeto dos subúrbios até o centro da cidade: essas pessoas abriram mão dos seus carros.

Estacionamentos de rua, driveways (pequena estrada que vai geralmente da entrada da garagem até a rua) e garagens são, em geral, proibidas neste novo distrito experimental na periferia de Freiburg, perto da fronteira com a Suíça.

  • Martin Specht/The New York Times

Mulher caminha com sua criança por rua exclusiva para trânsito de pessoas e bicicletas em Vauban

  • Martin Specht/The New York Times

Outra mãe caminha com seu filho em bicicleta pelas tranquilas ruas de um bairro de Vauban

Nas ruas de Vauban os carros estão totalmente ausentes - com exceção da rua principal, por onde passa o bonde para o centro de Freiburg, e de umas poucas ruas na zona limítrofe da comunidade. A propriedade de automóveis é permitida, mas só há dois locais para estacionamento - grandes garagens localizadas no limite da comunidade, onde os proprietários compram uma vaga, por US$ 40 mil, juntamente com uma casa.

Como resultado, 70% das famílias de Vauban não têm automóveis, e 57% venderam o carro para se mudarem para cá.

"Quando eu tinha carro, estava sempre tensa. Desta forma sou muito mais feliz", afirma Heidrun Walter, profissional de mídia e mãe de dois filhos, enquanto caminha pelas ruas cercadas de verde, onde o ruído das bicicletas e a conversa das crianças que passeiam abafam o barulho ocasional de um motor distante.

Vauban, que foi concluída em 2006, é um exemplo de uma tendência crescente na Europa, nos Estados Unidos e em outros locais. Trata-se da separação entre a vida suburbana e a utilização de automóveis, como parte integrante de um movimento chamado de "planejamento inteligente".

Os automóveis são um fator de coesão dos subúrbios, onde as famílias de classe média de Chicago a Xangai costumam construir as suas residências. E, isso, segundo os especialistas, consiste em um grande obstáculo para os atuais esforços no sentido de reduzir drasticamente as emissões de gases causadores do efeito estufa que saem pelos canos de descarga, com o objetivo de reduzir o aquecimento global. Os carros de passageiros são responsáveis por 12% das emissões de gases causadores do efeito estufa na Europa - uma proporção que só está aumentando, segundo a Agência Ambiental Europeia -, e por até 50% em algumas áreas dos Estados Unidos.

Embora nas duas últimas décadas tenha havido tentativas de tornar as cidades mais densas e mais propícias para as caminhadas, os planejadores urbanos estão levando agora esse conceito para os subúrbios e concentrando-se especificamente em benefícios ambientais como a redução de emissões. Vauban, que tem 5,500 habitantes e uma área aproximada de 2,6 quilômetros quadrados, pode ser a experiência mais avançada em vida suburbana com baixa utilização de automóveis. Mas os seus preceitos básicos estão sendo adotados em todo o mundo em tentativas de tornar os subúrbios mais compactos e mais acessíveis ao transporte público, com menos espaço para estacionamento. Segundo essa nova abordagem, os estabelecimentos comerciais situam-se ao longo de calçadões, ou em uma rua principal, e não em shopping centers à beira de uma auto-estrada distante.

"Todo o nosso desenvolvimento desde a Segunda Guerra Mundial esteve concentrado no automóvel, e isso terá que mudar", afirma David Goldberg, funcionário da Transportation for America, uma coalizão de centenas de grupos nos Estados Unidos - incluindo instituições ambientais, prefeituras e a Associação Americana de Aposentados - que estão promovendo novas comunidades que sejam menos dependentes dos carros. Goldberg acrescenta: "A quantidade de tempo que se passa ao volante de um carro é tão importante quanto possuir um automóvel híbrido".

Levittown e Scarsdale, subúrbios de Nova York com casas de áreas enormes e garagens privadas, eram os bairros dos sonhos na década de 1950, e ainda atraem muita gente. Mas alguns novos subúrbios podem muito bem lembrar mais Vauban, não só nos países desenvolvidos, mas também no mundo subdesenvolvido, onde as emissões da frota cada vez maior de carros particulares da crescente classe média estão sufocando as cidades.

Nos Estados Unidos, a Agência de Proteção Ambiental está promovendo as "comunidades com número reduzido de carros", e os legisladores estão começando a agir, apesar de que com cautela. Muitos especialistas acreditam que o transporte público que atende aos subúrbios desempenhará um papel bem maior em uma nova lei federal de transporte aprovada neste ano, afirma Goldberg. Nas legislações anteriores, 80% das apropriações destinavam-se, por lei, a auto-estradas, e apenas 20% a outras formas de transporte.

Na Califórnia, a Associação de Planejamento da Área de Hayward está desenvolvendo uma comunidade semelhante a Vauban chamada Quarry Village, nos arredores de Oakland. Os seus moradores podem ter acesso sem carro ao sistema de trânsito rápido da Área da Baía e ao campus da Universidade Estadual da Califórnia em Hayward.

  • Martin Specht/The New York Times

Placas como esta foram instaladas pelas ruas do distrito de Vabuan, nos arredores de Freiburg

Sherman Lewis, professor emérito da universidade e líder da associação, diz que "mal pode esperar para mudar-se" para a comunidade, e espera que Quarry Village possibilite que ele venda um dos dois automóveis da família e, quem sabe, até mesmo os dois. Mas o atual sistema ainda conspira contra o projeto, diz ele, observando que os bancos imobiliários temem uma queda do valor de revenda de casas de meio milhão de dólar que não têm lugar para carros. Além disso, a maior parte das leis de zoneamento urbano dos Estados Unidos ainda exige duas vagas para automóveis por unidade residencial. Quarry Village obteve uma isenção dessa exigência junto às autoridades de Hayward.

Além disso, geralmente não é fácil convencer as pessoas a não terem carros.

"Nos Estados Unidos as pessoas são incrivelmente desconfiadas em relação a qualquer ideia de não possuir carros, ou mesmo de ter menos veículos", diz David Ceaser, co-fundador da CarFree City USA, que afirma que nenhum projeto suburbano do tamanho de Vauban banindo os automóveis teve sucesso nos Estados Unidos.

Na Europa, alguns governos estão pensando em escala nacional. Em 2000, o Reino Unido deu início a uma iniciativa ampla no sentido de reformar o planejamento urbano, desencorajando o uso de carros ao exigir que os novos projetos habitacionais fossem acessíveis por transporte público.

"Os módulos urbanos relativos a empregos, compras, lazer e serviços não devem ser projetados e localizados sob a premissa de que o automóvel representará a única forma realista de acesso para a grande maioria das pessoas", afirma o PPG 13, o documento revolucionário de planejamento, lançado pelo governo britânico em 2001. Dezenas de shopping centers, restaurantes de fast-food e complexos residenciais tiveram a licença recusada com base na nova regulamentação britânica.

Na Alemanha, um país que é a pátria da Mercedes-Benz e da Autobahn, a vida em um local onde a presença do automóvel é reduzida, como Vauban, tem o seu próprio clima diferente. A área é longa e relativamente estreita, de forma que o bonde que segue para Freiburg fica a uma distância relativamente curta a pé a partir de todas as casas. Ao contrário do que ocorre em um subúrbio típico, aqui as lojas, restaurantes, bancos e escolas estão mais espalhadas entre as casas. A maioria dos moradores, como Walter, possui carrinhos que são rebocados pelas bicicletas para fazer compras ou levar as crianças para brincar com os amigos.

Para deslocamentos a lojas como a Ikea ou às colinas de esquiação, as famílias compram carros juntas ou usam automóveis arrendados comunitariamente pelo clube de compartilhamento de automóveis de Vauban.

Walter já morou - com carro privado - em Freiburg e nos Estados Unidos.

"Se você tiver um carro, a tendência é usá-lo", diz ela. "Algumas pessoas mudam-se para cá, mas vão embora logo - elas sentem saudade do carro estacionado em frente à porta".

Vauban, local em que se situava uma base do exército nazista, ficou ocupada pelo exército francês do final da Segunda Guerra Mundial até a reunificação da Alemanha, duas décadas atrás. Como foi projetada para ser uma base militar, a sua planta nunca previu o uso de carros privados: as "ruas" eram passagens estreitas entre as instalações militares.

Os prédios originais foram demolidos há muito tempo. As elegantes casas enfileiradas que os substituíram são construções de quatro ou cinco andares, projetados de forma a reduzir a perda de calor e maximizar a eficiência energética. Elas possuem madeiras exóticas e varandas elaboradas; casas isoladas das outras são proibidas.

Por temperamento, as pessoas que compram casas em Vauban tendem as ser "porquinhos da índia verdes" - de fato, mais da metade dos moradores vota no Partido Verde alemão. Mesmo assim, muitos afirmam que o que os faz morar aqui é a qualidade de vida.

Henk Schulz, um cientista que em uma tarde do mês passado observava os três filhos pequenos caminhando por Vauban, lembra-se com entusiasmo da primeira vez que comprou um carro. Agora, ele diz que está feliz por criar os filhos longe dos automóveis; ele não tem que se preocupar muito com a segurança deles nas ruas.

Nos últimos anos, Vauban tonou-se um nicho comunitário bem conhecido, apesar de não ter gerado muitas imitações na Alemanha. Mas não se sabe se este conceito funcionará na Califórnia.

Mais de cem candidatos se inscreveram para comprar uma casa na Quarry Village, e Lewis ainda está procurando um investimento de US$ 2 milhões para dar início ao projeto.

Mas, caso a ideia não dê certo, a sua proposta alternativa é construir no mesmo local um condomínio no qual o uso do automóvel seja totalmente liberado. Ele se chamaria Village d'Italia.

12 maio 2009

GRUPO CULTURAL AFROBOGUM

HISTÓRIA: A história do Afrobogum é recheada de cantos e encantos, formado em 1994, através de um desejo de resgatar crianças e jovens do mundo das drogas e violência, o Afrobogum foi fundado.
A banda Bombocado, que inicilamente teve seu ritmo ligado ao axé music e pagode, tocou com várias bandas e grupos famosos, como: Harmonia do Samba, Timbalada e Chiclete com Banana; mas Rita Pinheiro e Chico Hernandes não conseguiram atingir o efeito desejado, naquele momento; a pretenção era transformar a banda em trabalho social e resgatar jovens desocupados da comunidade. Foi quando fundaram o Centro Cultural e Recreativo Bombocado e começaram a chegar mais próximo do sonho de transformar a vida de várias famílias.
No grupo, o cidadão da comunidade e de outras, encontram aulas de percussão, dança, artesanato, manicure, hingiene bocal e várias palestras educativas ministradas por voluntários.

OBJETIVO: O AFROBOGUM têm como objetivo retirar as crianças que moram no Engenho Velho da Federação, bairro de Salvador, do mundo da violência e do envolvimento com as drogas. Tornando-as cidadãs com valores éticos e morais, através do Centro Cultural Recreativo Bombocado, que oferece oficinas de dança, artesanato e música. Além de envolver também os adultos e familiares, por meio de palestras com temas de interesse da comunidade, como a saúde da população negra.

Conheça o projeto e participe!
O Afrobogum hoje, conta com um espaço comprado com recursos próprios dos shows que o grupo faz pela cidade. Não está nem proxímo do necessário para o grupo bombocado, mas já é o começo.
contatos: afrobogum@hotmail.com ccrabogum@hotmail.com
http://http//afrobogum.blogspot.com/

"O grupo Cultural AfroBogum lançou no carnaval 2009 de Salvador a sua campanha solidária com o objetivo de doar material escolar para as crianças de baixa renda do bairro Engenho Velho da Federação".


AFROBOGUM NO CARNAVAL FAZENDO UMA BOA AÇÃO

CAMPANHA CRIANÇA NA ESCOLA
O BLOCO AFROBOGUM LANÇA CAMPANHA
CRIANÇA NA ESCOLA
TROQUE UM KIT ESCOLAR POR UMA FANTASIA DO BLOCO AFROBOGUM E CURTA DOIS DIAS DE CARNAVAL SEGUNDA DIA 20 E SEXTA DIA 23
APROVEITE.



"Grupo Cultural AFROBOGUM servindo como exemplo FAZENDO UMA BOA AÇÃO" Fabina Cruz

Como Será que agora, SRA.REDE GLOBO.


Como Será que agora, SRA.REDE GLOBO.

Agora que o RONALDO NAZARIO fechou contrato e será que ele vai continuar sendo alvo de toda expossição que a globo vinha Fazendo em cima do FENOMENO. Ja que antes ele so dava entrevistas exclusivas para globo. OLHA O HOMEN DO BAÚ DEU O GOLPE DO BÁU, na toda poderosa. Quero so ver entrevista exclusiva do RONALDO NO PROGAMA DO RATINHO.

03 maio 2009

PRESERVAÇÃO AO NOSSO PLANETA

A terra é composta pela biodiversidade, natural, vegetal e animal. Mais atualmente essa grande riqueza está sendo destruída pela ação HUMANA.
O HOMEM é classificado como animal racional, capaz de pensar e produzir conhecimentos (CAPACIDADE DE DOMINAR A NATUREZA), possuímos a "RACIONALIDADE" que é o que nos diferencia dos outros animais. "É O QUE COMPROVA A CIÊNCIA"
Mais a natureza está sofrendo um grande desequilíbrio ecológico por interferência de nós SERES HUMANOS (animal racional), que estamos destruindo o meio ambiente e toda a biodiversidade existente em nosso planeta.
A caça e a pesca ilegal estão provocando a extinção de especies de animais. A poluição do meio ambiente por culpa das indústrias que jogam os seus lixos químicos nas águas dos rios e do mar e de fazerem o uso de agrotóxicos utilizados na agricultura provocando na má qualidade do solo tornando-o não fértil. O desmatamento e a queima das florestas estão produzindo o aumento de gás carbônico na atmosfera. Não podemos nos esquecer que o vegetal (plantas), através da fotossíntese consome o gás presente no ar.
Todos esses fatores estão destruindo a camada de ozônio que protege a Terra dos raios ultravioletas do sol, contribuindo no aquecimento global.
Sou ainda uma criança, tenho apenas 11 anos e me preocupo com o meu futuro e de meus descendentes, a minha obrigação como cidadã é conscientizar aos meus semelhantes de que devemos preservar a natureza e pensar de como vai ser o futuro do nosso planeta.


Dia 05 de Junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, como essa data está próxima, eu já estou fazendo o meu papel nesse blog que é conscientizar e ficaria muito feliz que essa matéria fosse lida por todos, principalmente os Chefes de Governos.

Tainã Almeida